quinta-feira, 28 de julho de 2016

Comandos Elétricos - Aula 02 - Acionamentos por Botoeiras e Contatores

Figura 01 - Acionamentos: Direto, Indireto, Retentivo e Temporizado.
Botoeiras são chaves elétricas acionadas manualmente que apresentam, geralmente, um  contato aberto e outro fechado. De acordo com o tipo de sinal a ser enviado ao comando elétrico, as botoeiras são caracterizadas como pulsadoras ou com trava e podem ser usadas para acionamento direto ou indireto.
As características técnicas e dimensões de Botoeiras comerciais podem ser consultadas no catálogo disponível no link abaixo: 14_08_004 Botoeiras.
As características técnicas e dimensões de Sinalizadores comerciais podem ser consultadas no catálogo disponível no link abaixo: 14_08_005 Sinalizadores L20_TPN.
As características técnicas e dimensões de base e fusíveis comerciais podem ser consultadas nos catálogos disponíveis nos links abaixo: 14_04_001 Base Fusivel AKB.
As características técnicas e dimensões de contatores auxiliares comerciais podem ser consultadas nos catálogos disponíveis nos links abaixo: 14_08_007 Contator auxiliar RAM5.

Diagrama elétrico de Acionamentos por Botoeiras está disponível em:  16_04_31 Acionamentos por Botoeiras .

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016. 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Comandos Elétricos - Aula 01 - Diagrama de Comandos

Para poder analisar um circuito elétrico industrial deve ter em mente um conceito fundamental: tratar o circuito em duas partes separadas (circuito de comando, e circuito de força). O circuito de comando mostra a “lógica” com que o circuito de força deve operar e é composto por Botoeiras que realizam juntamente com os Contatores o comando funcional do motor. O circuito de força, por sua vez, estabelece ou não a energia para a carga e é composto por Fusíveis, Relé Térmico e Contatores .
Botoeiras São elementos de comando que servem para energizar ou desenergizar contatores, sendo que comutam seus contatos NA ou NF através de acionamento manual. 
Podem variar quanto às cores, formato e proteção do acionador, quantidade e tipos de contatos, e reação ao acionamento. Quanto ao formato e proteção do acionador temos desde as botoeiras tipo soco, que têm o acionador grande na forma de “cogumelo”, sendo de fácil acionamento, destinadas à situações de emergência; até as botoeiras com acionador protegido por tampa, que evitam o acionamento por toque acidental e somente devem ser operadas conscientemente. 
A variação quanto à reação ao acionamento consiste de dois tipos: as de posição mantida que trocam a condição do contado NA ou NF toda vez que são operadas e permanecem na nova posição até o próximo acionamento; e as pulsantes, que trocam a condição do contato somente enquanto existir a pressão externa, voltando às condições iniciais assim que cesse a mesma.
Fusíveis são elementos de proteção contra curto-circuito que operam pela fusão de seu elo, que é o elemento especialmente projetado para se fundir com o aquecimento provocado pela passagem de corrente elétrica acima de determinado valor. 
Os Fusíveis Diazed cujas características são do elo ser feito de cobre e a fusão se dar em um ambiente cheio de areia, o que propicia fácil extinção do arco, fazendo com que cortem correntes de até 100 kA com segurança. Possuem também a sinalização de queima e são feitos nas versões rápido e retardado, sendo este último utilizado em circuitos de motores, não atuando indevidamente durante a partida, dos mesmos, instante no qual é solicitada uma corrente de 8 vezes a corrente nominal do motor.
Contatores são dispositivos que permitem basicamente ligar/desligar qualquer dispositivo elétrico sem que seja necessário conectar/desconectar a rede elétrica manualmente, isto é possível pois os contatores são produzidos com uma bobina interna, que ao ser acionada cria um campo magnético que inverte todos os contatos de um contator, realizando assim a ação de ligar/interromper o circuito, além da função básica de realizar o trabalho de ligar/desligar o circuito, os contatores possuem contatos auxiliares, e são estes contatos que utilizamos para realizar circuitos lógicos com os contatores. 
Os contatos terminados em 1 e 2, por exemplo 11, 12, 21, 22, etc são os contatos normalmente fechados, que se tornam abertos quando o contator é acionado. Já os contatos terminados em 3 e 4, por exemplo 33, 34, 23, 24, etc são os contatos normalmente abertos, que se tornam fechados quando o contator é acionado. Sendo assim, você pode utilizar todos estes contatos para realizar qualquer tipo de lógica.
Relé térmico é um relé de sobrecorrente de atuação temporizada efetuada por um bimetal. O bimetal consiste de duas lâminas, de dois matérias com coeficientes de dilatação diferentes, coladas longitudinalmente, e sendo enrolado sobre elas um condutor, no qual passa a corrente da carga . 
Com a passagem desta corrente, o calor dissipado faz com que estas duas lâminas se dilatem de forma desigual, fazendo uma deflexão, responsável pela abertura/fechamento de contatos auxiliares, localizados na sua extremidade livre. A atuação da proteção, com consequente parada do motor, se dá através da bobina do contator. Esta proteção é usada como sobrecarga e é normalmente regulada para um aumento de corrente da ordem de 20 a 60%. É temporizada por ser realizada através de efeito térmico, o qual leva um tempo para se propagar/estabilizar.
O diagrama trifilar e o funcional para a ligação básica de um motor, a qual deverá atender os seguintes requisitos: Ligar e desligar um motor através de um contator e botoeiras pulsantes; Utilizar fusíveis para proteção de curto-circuito e relé térmico para sobrecarga; A atuação do térmico deverá parar o motor através do contator e sinalizar a sua atuação; Sinalizar também as condições de motor ligado e desligado e Medir a corrente da fase V, e as tensões entre as fases utilizando uma chave de transferência voltimétrica.
A figura mostra um dos circuitos mais elementares: a partida direta de motores. À esquerda podemos ver o circuito de força, onde temos 3 fusíveis (um para cada fase), um contator tripolar (que liga ou desliga o motor), o relé térmico, e o motor de indução trifásico.
Nesse exemplo o único componente de manobra é o contator K1. Imaginem ainda que desejamos ligar esse motor através de um botão (botoeira), e desligá-lo através de outro botão. Ora, o circuito de comando direto mostra exatamente isso. As linhas da esquerda e da direita estabelecem os limites do circuito de comando. Caso esse contator tivesse a bobina alimentada por 24 Vcc (por exemplo), a linha da esquerda seria +24 Vcc e a da direita 0 V (ou terra).
Notem que temos os contatos do relé térmico (proteção) em série com uma botoeira de desligamento (tipo NF), uma botoeira de “liga” (NA) e, finalmente, a bobina do contator. Em paralelo com a botoeira “liga” temos um contato K1, esse contato é chamado auxiliar ou “de selo”.
O contato de selo serve para manter o contator fechado na ausência da atuação da chave liga, após o sistema ter sido acionado. Em outras palavras, quando acionamos L o contator “entra” e o contato de selo também. Como ele está em paralelo com a chave liga (L), mesmo após tirarmos o “dedo”, o sistema continuará ligado. Para desligar, basta pressionarmos a chave desliga (D) que, por ser normalmente fechada (uma vez acionada), interromperá o processo.
O projeto de um diagrama é essencial para a montagem dos circuitos, auxilando o eletricista corretamente. A atenção é indispensável durante o projeto do diagrama de comando e potência, garantindo assim a segurança na prática.
O Diagrama de Comando representa a parte elétrica do circuito responsável pelo acionamento e desligamento de um ou mais componentes. Na Partida Direta os contatos de acionamento são identificados por números, sendo 1 e 2 para contatos normalmente fechados, e 3 e 4 para contatos normalmente abertos. 
O primeiro algarismo identifica o número do contato, por exemplo: contato 13 14: contato número 1, normalmente aberto.
As indicações superiores e laterais esquerda (1, 2, 3... e A, B, C...) informam a localização dos contatos na cruzeta (C5, indicando o contato de K1, normalmente aberto - NA - como mostra na figura acima).
F21/F22 protegem o circuito de comando contra anomalias, como curtu-circuito. 
F7 é um contato NF do relé térmico, que desliga o comando se o motor aquecer demais (corrente de sobrecarga). 
S0 e S1 são as botoeiras para desligar e acionar o comando, respectivamente. 
K1, representada por um retangulo, é a bobina do contator 1. K1, localizado em C5, é um contato auxiliar do contator K1, este fará com que o comando permaneça ligado, mesmo quando o operador aliviar (soltar) a botooeira S1, ou seja, quando o operador prescionar S1, K1 liga, alterando o estado dos seus contatos, inclusive K1, 13 14. Com este fechado, note que K1 está em paralelo com S1, neste caso, estando fechado, S1 poderá estar tanto aberto como fechado, que K1 continuará ligado.
Este é um comando simples, que pode acionar um motor trifásico em partida direta. O Diagrama de Potencia é a parte elétrica responsavel por alimentar a carga, objetivo do circuito. No momento em que o circuito de comando e de potencia serem alimentados e S1 acionado, K1 altera o estado de seus contatos, alimentando M1 (motor Trifásico - 3 ~) acionando-o em partida direta.
Resumo sobre Acionamentos Elétricos disponível em: 14_08_009 Apostila Acionamentos .
© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 01/09/2015.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Professor, hoje tem aula de quê ???

Seja bem-vindo ao Blog do Professor Sinésio R. Gomes.
Na seção " Professor, hoje tem aula de quê ??? " você encontrará artigos interessantes e material das aulas teóricas e práticas. 
A seção de informações é dividida por matérias e temas dirigidos aos alunos de cursos técnicos de Eletroeletrônica, Aprendizagem Industrial na área de Eletricista de Manutenção e Engenharia Elétrica.

Anotações de Aulas aplicadas aos Cursos Técnico em Eletroeletrônica e Eletromecânica ministradas
pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes está disponível em:


Diagramas de Comados Elétricos de Motores de Indução trifásico revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida Direta de Motor de Indução Trifásico: 16_04_01 Partida Direta Motor ;
  2. Partida sem proteção de Motor de Alta Inércia: 16_04_02 Partida de Motor de Alta Inércia ;
  3. Partida com Freio Contra Corrente: 16_04_03 Partida com Freio Contra Corrente ;
  4. Partida e Reversão de Motor de Indução Trifásico: 16_04_04 Partida Direta e Reversão ;
  5. Partida de Motor com Reversão e Freio CC: 16_04_05 Partida com Reversão e Freio ;
  6. Partida Estrela Triângulo de Motor de Indução: 16_04_06 Partida Estrela Triângulo ;
  7. Partida e Reversão Estrela Triangulo: 16_04_07 Partida Estrela Triangulo com Reversão ;
  8. Partida de Motor de Indução com Compensadora: 16_04_08 Partida Compensadora ;
  9. Partida e Reversão com Compensadora: 16_04_09 Partida Compensadora com Reversão ; 
  10. Partida Estatórica de Motor de Indução Trifásico16_04_10 Partida Estatórica ;
  11. Partida de 4 Motores de Indução Trifásico16_04_11 Partida de 4 Motores por botoeiras ;
  12. Partida Sequencial de 4 Motores automática: 16_04_12 Partida Sequencial de 4 Motores ;
  13. Sequencial de 4 Motores proteção por Fusível : 16_04_12_Partida_Sequencial_Fusível ;
Diagramas de Comados Elétricos de Motores de Indução de 12 pontas  revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida Estrela Série-Paralelo:  16_04_13 Partida Estrela // Dupla Estrela ;
  2. Partida e Reversão Estrela Série-Paralelo: 16_04_14 Reversão Estrela // Dupla Estrela ;
  3. Partida Triângulo Série-Paralelo: 16_04_15 Partida Triângulo // Duplo Triângulo .
  4. Partida e Reversão Delta Série-Paralelo: 16_04_16 Reversão Triângulo // Duplo Triângulo .
Diagramas de Comados Elétricos de Motores de Duplo Enrolamento revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida de Motor - Duplo enrolamento: 16_04_17_Dois_Bobinados_Baixa_Alta
  2. Partida de Motor - Duplo enrolamento automática: 
  3. Partida e Reversão Motor - Duplo enrolamento: 16_04_19 Duplo Enrolamento e Reversão ;
Diagramas de Comados Elétricos de Motores de Dahlander revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida de Motor de Indução Dahlander: 16_04_20_Dahlander_Baixa_Alta ;
  2. Partida e Reversão de Motor Dahlander: 16_04_21 Partida Dahlander com Reversão ;
  3. Partida e Reversão de Motor de Indução Dahlander automática: 16_04_22 Partida Dahlander Automática com Reversão .
Diagramas de Comados Elétricos de Motores de Rotor Bobinado revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida de Motor de Rotor Bobinado com Aceleração Rotórica por Botoeira: 16_04_23_Partida_Rotórica_por_Botoeira.
  2. Partida de Motor de Rotor Bobinado com Aceleração Rotórica: 16_04_24_Partida_Rotórica ;
  3. Partida e Reversão de Motor de Rotor Bobinado : 16_04_25 Reversão Rotórica ;
Diagramas de Comados Elétricos de Motores de Indução Monofásicos revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida de Motor Monofásico:
  2. Partida e Reversão de Motor Monofásico: 16_04_27 Reversão Motor Monofásico ;
Diagramas de Comados Elétricos de Motores de Corrente Contínua revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida de Motor de Corrente Contínua:
  2. Partida e Aceleração de Motor de CC: 16_04_29_Partida_Motor_Compold_CC ;
  3. Partida e Reversão de Motor de Corrente Contínua:
Diagramas de Comados Eletrônicos de Motores revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida Suave de Motor com Soft Starter: 16_04_61 Partida Suave SSW05 ;
  2. Partida de Motor com Soft Starter - 24Vcc:  16_04_62 Partida Suave SSW05 - 24v ;
  3. Partida e Reversão de Motor com Soft Starter: 
  4. Partida Suave de 3 Motores com Soft Starter: 16_04_64_Partida_Suave_3_Motores ;
  5. Partida e Reversão de Motor com Inversor: 16_04_65 Inversor CFW08
  6. Partida em Multivelocidade de Motor com Inversor:
  7. Partida de Motor CC com Conversor CA/CC :
  8. Partida de Motor com Servo Conversor :
Diagramas de Comandos Elétricos dos Simuladores de Defeitos aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Simulador de Defeitos Partida Estrela Triângulo SD 30 Partida Estrela Triângulo ;
  2. Simulador de Defeitos Aceleração RotóricaSD 31 Partida de Motor de Rotor Bobinado;
  3. Simulador de Defeitos Reversão CompensadoraSD 32 Reversão Compensadora;
  4. Simulador de Defeitos Reversão RotóricaSD 33 Reversão Rotor Bobinado;
  5. Simulador de Defeitos Duplo Bobinado SD 34 Dois Bobinados duas Velocidades;
  6. Simulador de Defeitos Compensadora TCSD 35 Partida Compensadora com TC ;
  7. Simulador de Defeitos Reversão Aceleração Rotórica com temporizadores RC:
  8. Simulador de Defeitos Reversão e Freio CCSD 37 Partida Reversão e Freio CC ;
  9. Simulador de Defeitos Partida de Motor DahlanderSD 38 Partida Dahlander;
  10. Simulador de Defeitos Reversão Estrela Triângulo SD 39 Reversão Estrela Triângulo;
  11. Simulador de Defeitos Reversão 2 Bobinados: SD 40 Reversão 2 Bobinados 2 RPM ;
  12. Simulador de Defeitos Sequencial de 4 MotoresSD 41 Partida Sequencial 4 M;
  13. Simulador de Defeitos Reversão de Motor DahlanderSD 42 Reversão Dahlander;
Diagramas de Comados Elétricos de Simuladores de Reparos Gerais em 24 VCC revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. SRG Partida de Motor Monofásico  SRG 43 Partida e Reversão Motor Monofásico ;
  2. SRG Partida, Reversão e Freio CC SRG 44 Partida com Reversão e Freio .
  3. SRG Partida e Reversão CompensadoraSRG 45 Partida e Reversão Compensadora .
  4. SRG Reversão com Aceleração Rotórica:  SRG 46 Reversão com Aceleração Rotórica .
  5. SRG Partida Sequencial para 4 Motores:  SRG 47 Partida Sequencial de 4 Motores.
  6. SRG Partida e Reversão Dahlander:  SRG 48 Partida Dahlander com Reversão 
  7. SRG Reversão 2 Bobinados:  SRG 49 Dois Bobinados com Reversão . 
  8. SRG Partida Estrela Triângulo SRG 50 Partida Estrela Triângulo . 

Diagramas de Comados Elétricos dos painéis de Manutenção Geral em 220 VCA revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica elaborados pelo Professor Gilberto Momenté utilizados na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. GM Partida Estrela Triângulo GM 51 Partida Estrela Triângulo . 
  2. GM Reversão com Aceleração Rotórica: 
  3.  .


© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 31/05/2016.


domingo, 19 de junho de 2016

Comandos Elétricos - Aula 59 - Partida e Reversão de motor com Inversor de Frequência

Figura 01 - IHM do Inversor de frequência
Um inversor de frequência nada mais é do que um equipamento eletrônico capaz de variar a velocidade de giro de motores elétricos trifásicos.
O nome “inversor de frequência” é dado pela sua forma de atuação, mas para entendermos melhor isso, precisamos saber como funciona um motor trifásico.
Motor elétrico de indução trifásico:
O funcionamento de um motor elétrico de indução trifásico, embora altamente eficiente, é muito simples. Ele apenas “imita” a frequência da rede onde está ligado. A frequência da rede de corrente alternada é a quantidade de vezes que ela alterna por segundo e é através da unidade Hertz (Hz), ou seja, uma rede de 60Hz alterna 60 vezes em um segundo. Essa tensão oscilante passa pelas bobinas do motor e forma um campo giratório e o motor tende a segui-lo, então, quanto mais alta for a frequência, mais rápido será esse campo e mais rápido o motor tenderá a girar.
O inversor de frequência tem como principal função alterar a frequência da rede que alimenta o motor, fazendo com que o motor siga frequências diferentes das fornecidas pela rede, que é sempre constante. Desta forma podemos facilmente alterar a velocidade de rotação do motor de modo muito eficiente.
O uso de inversores de frequência é responsável por uma série de vantagens, dependendo dos modelos oferecidos pelos fabricantes, são unidas a capacidade de variar a velocidade com controles especiais já implantados no equipamento. Esses controles proporcionam além da total flexibilidade de controle de velocidade sem grande perda de torque do motor, aceleração suave através de programação, frenagem direta no motor sem a necessidade de freios mecânicos além de diversas formas de controles preferenciais e controles externos que podem ser até por meio de redes de comunicação. Tudo isso com excelente precisão de movimentos.
Figura 02 - Diagrama elétrico da Partida de motor
com Inversor de frequência CFW08
Além destas vantagens, os inversores ainda possuem excelente custo-benefício, pois proporcionam economia de energia elétrica, maior durabilidade de engrenagens, polias e outras transmissões mecânicas por acelerar suavemente a velocidade.
A possibilidade de eliminar reduções mecânicas do projeto também é possível, assim mais economia será possível.
Parâmetrização do Inversor de frequência
Um parâmetro do inversor de freqüência é um valor de leitura ou escrita, através do qual o usuário pode ler ou programar valores que mostrem, sintonizem ou adeqüem o comportamento do inversor e motor em uma determinada aplicação. Exemplos simples de parâmetros: Parâmetro de Leitura P003: Corrente consumida pelo motor; Parâmetro Programável P121: Velocidade de giro do motor, quando comandado pelo teclado (referência de velocidade, valor de freqüência) .

Quase todos os inversores disponíveis no mercado possuem parâmetros programáveis similares. Estes parâmetros são acessíveis através de uma interface composta por um mostrador digital (“display”) e um teclado, chamado de Interface Homem-Máquina (IHM), ver figura 1.
Para esta aplicação iremos parametrizar:
P000 = 5 - Parâmetro de Acesso. Libera o acesso para alteração do conteúdo dos parâmetros. O valor da senha é 5. O uso de senha está sempre ativo.
P204 = 5 - Carrega Parâmetros com Padrão de Fábrica. Reprograma todos os parâmetros para os valores do padrão de fábrica. Para isso, programe P204 = 5. Os parâmetros P142 (tensão de saída máxima), P145 (freqüência nominal),P295 (corrente nominal),P308 (endereço do inversor) e P399 a P407 (parâmetros do motor) não são alterados quando é realizada a carga dos ajustes de fábrica através de P204 = 5.
P000 = 5 - Parâmetro de AcessoLibera o acesso para alteração do conteúdo dos parâmetros. 
Com as alterações acima o inversor de frequência está pronto para ser configurado, as entradas digitais estão habilitadas na funções remoto com as seguintes funções:
DI1 = Habilita Geral.
DI2 = Sentido de Giro.
DI3 = Reset de falha.
DI4 = Gira / Para.
Para esta aplicação também iremos parametrizar:
P100 = 12s - Rampa AceleraçãoEste parâmetro define o tempo para acelerar linearmente de 0 até a freqüência nominal.
P101 = 8s - Rampa DesaceleraçãoEste parâmetro define o tempo para desacelerar linearmente da freqüência nominal até 0.
P202 = 2 - Inversor Vetorial. Define o modo de controle do inversor. O controle vetorial permite um melhor desempenho em termos de torque e regulação de velocidade. O controle vetorial do CFW-08 opera sem sensor de velocidade no motor (sensorless). Deve ser utilizado quando for necessário: uma melhor dinâmica (acelerações e paradas rápidas); quando necessária uma maior precisão no controle de velocidade; operar com torques elevados em baixa rotação ( < 5Hz).
Exemplos: acionamentos que exijam posicionamento como movimentação de cargas, máquinas de empacotamento, bombas dosadoras, etc.
P220 = 0 - Seleção da Referência de velocidadeDefine quem faz a seleção da Referência de velocidade - Situação Local.  0 - Sempre situação local. 
P221 = 0 - Velocidade local através das Teclas < e > da IHM. Seleção da Referência de velocidade – Situação Local. 
P222 = 0 - Velocidade Remoto através de AI1Seleção da Referência de velocidade – Situação Remoto. 
P229 = 2 - Comando IHM e Bornes. Definem a origem dos comandos de habilitação e desabilitação do inversor, sentido de giro e JOG.
Os parâmetros do motor é definido através dos dados obtidos na placa do motor.
P399 = 50 - 99 Rendimento Motor
P400 = 220 Vac Tensão do Motor
P401 - Corrente do motor – 2,04 A
P402 - Rotação do motor – 1680 RPM .
P403 = 60 Hz - Frequência.
P404 = 5 - 1 CV - Potência Mecãnica.
P407 =0,5 a 0,9 Fator potencia.
P408 = Auto ajuste resistência rotórica.

Diagrama elétrico de Partida de Motor com Inversor disponível em : 16_04_30 Inversor CFW08 


© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2015


sábado, 18 de junho de 2016

Comandos Elétricos - Aula 58 - Partida de 03 motores com uma Soft-Starter

As chaves de partida suave oferecem uma alternativa para a partida estrela-triângulo e conversores de freqüência. As principais vantagens são a partida suave e a parada suave, comutação sem interrupção e sem picos de carga de corrente na rede e as pequenas dimensões. Muitos acionamentos, que até hoje somente podiam ser operados com conversores de freqüência, podem ser mudados para a operação de partida suave, desde que nenhum ajuste de velocidade ou um torque de partida especialmente elevado, ou partida com corrente próxima à corrente nominal se torne necessária.
Partindo Vários Motores em Seqüência ou Cascata

Figura 01 - Esquemas de ligação para
Partida de 03
 motores com Soft_Starter
Para  este  tipo  de  partida  a  potência  da  soft  –  starter  deve  ser  no  mínimo  igual  à  potência nominal do maior dos motores. Não havendo pausa entre as partidas dos motores deve-se especificar a  capacidade  da  soft  - starter  em  base  ao  resultado da  corrente  eficaz.  O  ajuste  de  parâmetros  para diferentes   capacidade   dos   motores   e/ou   cargas   pode ser   realizado   através   do   software   de comunicação  da  soft  -  starter.  Permite-se  a  entrada  de  até  três  diferentes  jogos  de  parâmetros.  A partida seqüenciada pode atender motores de pólos comutáveis em suas diferentes rotações.

Diagrama elétrico de Partida Suave de 3 Motores com Soft Starter: 16_04_64_Partida_Suave_3_Motores  .

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2015

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Comandos Elétricos - Aula 56 - Partida de motor com Soft-Starter em 24Vcc

Figura 01 - Esquemas de ligação para Partida de
de motor com Soft_Starter.
A chave de partida suave possui em cada uma das fases dois tiristores ligados em antiparalelo. Isto significa um tiristor para o semi-ciclo positivo e um
tiristor para o semi-ciclo negativo.
Através do controle do ângulo de fase, o valor eficaz da tensão do motor é aumentado a partir de uma tensão inicial ajustável ou um torque também
ajustável através de diferentes procedimentos de controle sobre a tensão nominal do motor, dentro de um tempo de partida selecionável.
A corrente do motor mantém-se proporcional à tensão aplicada no motor. Com isto, a corrente de partida é reduzida pelo fator da tensão aplicada no motor.

O torque mantém-se ao quadrado da tensão aplicada no motor. Com isto, o torque de partida é reduzido na relação quadrada à tensão aplicada no motor.
A programação é realizada através de trimpot e dip switch toda a programação necessária para acionar qualquer tipo de carga. 
Rampa de Tensão: Permite a aceleração e/ou desaceleração suave, através de rampas de tensão. 
Limitação de Corrente: Permite ajustar o limite de corrente durante a partida, de acordo com as necessidades da aplicação. 
Kick Start em Tensão: Permite um pulso inicial de tensão, que aplicado ao motor proporciona um reforço de torque inicial a partida, necessária para a partida de cargas com elevado atrito estático. 
Bypass Incorporado: Minimiza as perdas de potência e a dissipação de calor nos tiristores, proporcionando redução de espaço e contribuindo para economia de energia. 

Diagrama elétrico de Partida Suave de Motor com Soft Starter disponível em:  16_04_62 Partida Suave SSW05 - 24v ;

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2016

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Comandos Elétricos - Aula 55 - Partida de motor com Soft-Starter

Figura 01 - Rampas de 
Soft-starters são chaves de partida estática, projetadas para a aceleração, desaceleração e proteção de motores elétricos de indução trifásicos, através do controle da tensão aplicada ao motor. O controle em duas fases apresenta uma assimetria de corrente durante a partida, que limita a SSW08 a aplicações consideradas leves ou moderadas. Os modelos são compactos, contribuem para a otimização de espaços em painéis elétricos e possuem todas as proteções para o motor elétrico, adaptando-se as necessidades das aplicações através de acessórios opcionais, que podem ser facilmente instalados nas SSW.
Programação através de trimpot e dip switch toda a programação necessária para acionar qualquer tipo de carga. 
Rampa de Tensão: Permite a aceleração e/ou desaceleração suave, através de rampas de tensão. 
Limitação de Corrente: Permite ajustar o limite de corrente durante a partida, de acordo com as necessidades da aplicação. 
Figura 01 - Esquemas de ligação para Partida de
de motor com Soft_Starter.
Kick Start em Tensão: Permite um pulso inicial de tensão, que aplicado ao motor proporciona um reforço de torque inicial a partida, necessária para a partida de cargas com elevado atrito estático. 
Bypass Incorporado: Disponível SSW08, o bypass incorporado minimiza as perdas de potência e a dissipação de calor nos tiristores, proporcionando redução de espaço e contribuindo para economia de energia. 

Diagrama elétrico de Partida Suave de Motor com Soft Starter disponível em: 16_04_29 Partida Suave SSW05 .

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2015

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Simulador de Reparos Gerais 50 - Painel com partida estrela triangulo e reversão de Motor de Indução Trifásico

A partida estrela triângulo com reversão, consiste na alimentação do motor com tensão reduzida nas bobinas, durante a partida. Assim, as bobinas do motor recebem somente 58% (1 ÷ √3) da tensão nominal e após determinado tempo haverá comutação automática para triângulo e as bobinas passam a receber 100% da tensão nominal. A partida com reversão proporciona ao operador, duas botoeiras, uma para que o motor gire no sentido horário e outra no sentido anti-horário.
Sequência operacional
Botoeira S1 – Energiza-se k4 e k1 (Y horário) e após o tempo pré-determinado por T1 desenergiza-se k4 e energizando k3. (∆ horário).
Botoeira S2 – Energiza-se k4 e k2 (Y anti-horário) e após o tempo pré-determinado por T1 desenergiza-se k4 e energizando k3. (∆ anti-horário).
Este desenho está disponível em:
Os intertravamentos impedem k1 e k2 de serem acionados ao mesmo tempo. O contato fechado de k3 impede que k4 e T1 fique energizado o tempo todo.
Descrição de funcionamento
Sentido horário - Pressionando S1 energizam-se os contatores k4 e k1 e o temporizador T1 que dá inicio a contagem de tempo. Neste momento, o motor está ligado em estrela e girando no sentido horário, terminando o tempo abre-se o contato do temporizador T1 desenergiza k4 e energizando k3. Agora o motor está ligado em triângulo no sentido horário.
Sentido anti-horário - Pressionando S2 energizam-se os contatores k4 e k2 (observe no diagrama de potência que k2 inverte as fase do motor) e o temporizador T1 que dá inicio a contagem de tempo. Neste momento, o motor está ligado em estrela e girando no sentido anti-horário, abre-se o contato do temporizador T1 desenergiza k4 e energizando k3. Agora o motor está ligado em triângulo no sentido anti-horário.

1 - Faça a análise de funcionamento do circuito de comando e potência;
2 - Mude a posição da chave de defeitos (D1 a D6) para a posição 01;
3 - Energize o circuito e inicie a operação de comando;
4 - Constate e anote a característica do defeito;
5 - Verifique em que ponto a sequência operacional está interrompida;
6 - Verifique pelo diagrama o circuito (s) de comando ou controle que falha;
7 - Anote precisamente a falha comprovada com o instrumento de teste no diagrama.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 10/04/2016

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Simulador de Reparos Gerais 49 - Painel com Motor de Dois Bobinados, duas velocidades e reversão

O motor de enrolamentos separados possui na mesma carcaça dois enrolamentos independentes e bobinados com números de pólos diferentes. Este tipo de motor proporciona velocidades diferentes em um mesmo eixo. Na grande maioria, são para apenas um valor de tensão, pois as religações disponíveis geralmente permitem apenas a troca das velocidades.
Este desenho está disponível em:
A potência e a corrente para cada rotação são diferentes. No motor de enrolamentos separados a rotação depende do número de pólos magnéticos formados internamente em seu estator, este tipo de motor possui na mesma carcaça dois enrolamentos independentes e bobinados com números de pólos diferentes. Ao alimentar um ou outro, se terá duas rotações, uma chamada baixa e outra, alta.
As rotações dependerão dos dados construtivos do motor, não havendo relação obrigatória entre baixa e alta velocidade. Exemplos: 6/4 pólos (1200 /1800 rpm); 12/4 pólos (600/1800 rpm), etc.
Ao alimentar uma das rotações, deve-se ter o cuidado de que a outra esteja completamente desligada, isolada e com o circuito aberto, pelos seguinte motivos: não há possibilidade de o motor girar em duas rotações simultaneamente; nos terminais não conectados à rede haverá tensão induzida gerada pela bobina que está conectada (neste sistema tem-se construído basicamente um transformador trifásico); caso circule corrente no enrolamento que não está sendo alimentado surgirá um campo magnético que interferirá com o campo do enrolamento alimentado. Essas são as razões pela quais os enrolamentos destes motores são fechados internamente em estrela (Y).

1 - Faça a análise de funcionamento do circuito de comando e potência;
2 - Mude a posição da chave de defeitos (D1 a D6) para a posição 01;
3 - Energize o circuito e inicie a operação de comando;
4 - Constate e anote a característica do defeito;
5 - Verifique em que ponto a sequência operacional está interrompida;
6 - Verifique pelo diagrama o circuito (s) de comando ou controle que falha;
7 - Anote precisamente a falha comprovada com o instrumento de teste no diagrama.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 10/04/2016.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Simulador de Reparos Gerais 48 - Painel com Motor Dahlander de duas velocidades e reversão

O Motor de indução Dahlander proporciona velocidades diferentes em um mesmo eixo. Na grande maioria, são para apenas um valor de tensão, pois as religações disponíveis geralmente permitem apenas a troca das velocidades. 
Este diagrama está disponível em:
A potência e a corrente para cada rotação são diferentes. Este é  um motor  com  enrolamento especial que  pode  receber  dois  fechamentos diferentes,  de  forma  a  alterar  a quantidade  de pólos, proporcionando,  assim,  duas velocidades distintas,  mas  sempre com  relação 1:2. 
O motor Dahlander é um motor trifásico que permite seu acionamento em duas velocidades diferentes, nesta partida as duas velocidades e reversão serão selecionadas por botões. 
A Partida do motor Dahlander com reversão, destina-se a máquinas que partem em vazio ou com carga e permitindo a inversão do sentido de rotação. O Relé de sobrecarga deve ser ajustado para a corrente de serviço (nominal do motor). 
Este comando não possui inter-travamento permitindo a mudança de baixa velocidade para alta e reversão.

1 - Faça a análise de funcionamento do circuito de comando e potência;
2 - Mude a posição da chave de defeitos (D1 a D6) para a posição 01;
3 - Energize o circuito e inicie a operação de comando;
4 - Constate e anote a característica do defeito;
5 - Verifique em que ponto a sequência operacional está interrompida;
6 - Verifique pelo diagrama o circuito (s) de comando ou controle que falha;
7 - Anote precisamente a falha comprovada com o instrumento de teste no diagrama.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 10/04/2016