terça-feira, 31 de maio de 2016

Professor, hoje tem aula de quê ???

Seja bem-vindo ao Blog do Professor Sinésio R. Gomes.
Na seção " Professor, hoje tem aula de quê ??? " você encontrará artigos interessantes e material das aulas teóricas e práticas. 
A seção de informações é dividida por matérias e temas dirigidos aos alunos de cursos técnicos de Eletroeletrônica, Aprendizagem Industrial na área de Eletricista de Manutenção e Engenharia Elétrica.

Diagramas de energização de Máquinas Elétricas aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo:

  1. Motor Monofásico de capacitor permanente: 16_04_21_DM_Monofásico ;
  2. Motor Monofásico de polo distorcido: 16_04_22_DM_Polo_Distorcido ;
  3. Motor Monofásico de capacitor de partida: 16_04_23_DM_Monofásico_Capacitor ;
  4. Motor de Corrente Contínua Compound: 16_04_24_DM_Contínua_Compound ;
  5. Motor Trifásico com Reversão Manual: 16_04_25_Monofásico_Reversão_Manual ;
  6. Motor Trifásico com Reversão Manual: 16_04_25_Trifásico_Reversão_Manual ;
  7. Motor Trifásico com Trifásico YD Manual: 16_04_26_Trifásico_YD_Manual ;
  8. Motor Dahlander D / YY Manual: 16_04_27_Dahlander_D/YY_Manual ;
Diagramas de Comados Elétricos revisados aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis abaixo: 
  1. Partida Direta de Motor de Indução Trifásico: 16_04_01 Partida Direta Motor ;
  2. Partida sem proteção de Motor de Alta Inércia: 16_04_02 Partida de Motor de Alta Inércia ;
  3. Partida de Motor - Freio Contra Corrente: 16_04_03 Partida com Freio Contra Corrente ;
  4. Partida e Reversão de Motor de Indução Trifásico: 16_04_04 Partida Direta e Reversão ;
  5. Partida de Motor com Reversão e Freio CC: 16_04_05 Partida com Reversão e Freio ;
  6. Partida Estrela Triângulo de Motor de Indução: 16_04_06 Partida Estrela Triângulo ;
  7. Partida e Reversão Estrela Triangulo: 16_04_07 Partida Estrela Triangulo com Reversão ;
  8. Partida de Motor de Indução com Compensadora: 16_04_08 Partida Compensadora ;
  9. Partida e Reversão - Compensadora: 16_04_09 Partida Compensadora com Reversão ; 
  10. Partida Estatórica de Motor de Indução Trifásico16_04_10 Partida Estatórica ;
  11. Partida de 4 Motores de Indução Trifásico16_04_12 Partida de 4 Motores por botoeiras ;
  12. Partida Sequencial de 4 Motores automática: 16_04_12 Partida Sequencial de 4 Motores ;
  13. Partida Estrela Série-Paralelo:  16_04_13 Partida Estrela // Dupla Estrela ;
  14. Partida e Reversão Estrela Série-Paralelo: 16_04_14 Reversão Estrela // Dupla Estrela ;
  15. Partida Triângulo Série-Paralelo: 16_04_15 Partida Triângulo // Duplo Triângulo .
  16. Partida e Reversão Delta Série-Paralelo: 16_04_16 Reversão Triângulo // Duplo Triângulo .
  17. Partida de Motor - Duplo enrolamento: 16_04_17_Dois_Bobinados_Baixa_Alta
  18. Partida de Motor - Duplo enrolamento automática:
  19. Partida e Reversão Motor - Duplo enrolamento: 16_04_19 Duplo Enrolamento e Reversão ;
  20. Partida de Motor de Indução Dahlander: 16_04_20_Dahlander_Baixa_Alta ;
  21. Partida de Motor de Indução Dahlander automática: 
  22. Partida e Reversão de Motor Dahlander: 16_04_22 Partida Dahlander com Reversão ;
  23. Partida de Motor de Rotor Bobinado - Aceleração Rotórica: 16_04_23_Partida_Rotórica ;
  24. Partida e Reversão de Motor de Rotor Bobinado : 16_04_024 Reversão Rotórica ;
  25. Partida e Reversão de Motor Monofásico: 16_04_25 Reversão Motor Monofásico ;
  26. Partida de Motor Corrente Contínua: 16_04_26_Partida_Motor_Compold_CC ;
  27. Partida Suave de Motor com Soft Starter: 16_04_27 Partida Suave SSW05 ;
  28. Partida de Motor com Inversor: 16_04_28 Inversor CFW08
  29. Partida de Motor CC com Conversor CA/CC :
  30. Simulador de Defeitos Partida Estrela Triângulo SD 30 Partida Estrela Triângulo ;
  31. Simulador de Defeitos Aceleração RotóricaSD31 Partida Motor de Rotor Bobinado;
  32. Simulador de Defeitos Reversão CompensadoraSD32 Partida e Reversão Compensadora;
  33. Simulador de Defeitos Reversão Aceleração RotóricaSD33 Reversão Rotor Bobinado;
  34. Simulador de Defeitos Reversão Aceleração Rotórica com temporizadores RC
  35. Simulador de Defeitos Compensadora TCSD35 Partida e Reversão Compensadora;
  36. Simulador de Defeitos Partida de Motor DahlanderSD36 Partida Dahlander;
  37. Simulador de Defeitos Reversão e Freio CCSD37 Partida Reversão e Freio CC ;
  38. Simulador de Defeitos Duplo BobinadoSD38 Dois Bobinados duas Velocidades;
  39. Simulador de Defeitos Reversão Estrela Triângulo SD 39 Reversão Estrela Triângulo ;
  40. Simulador de Defeitos Reversão 2 Bobinados: SD40 Reversão 2 Bobinados 2 Velocidades ;
  41. Simulador de Defeitos Partida Sequencial para 4 Motores: SD41 Partida Sequencial 4 M;
  42. Simulador de Defeitos Reversão de Motor DahlanderSD42 Reversão Dahlander;
  43. Simulador de Reparos Gerais Partida de Motor Monofásico  SRG 43 Partida e Reversão Motor Monofásico ;
  44. Simulador de Reparos Gerais Partida Estrela Triângulo SRG 44 Partida Estrela Triângulo . 
  45. Simulador de Reparos Gerais Partida, Reversão e Freio CC SRG 45 Partida com Reversão e Freio .
  46. Simulador de Reparos Gerais Partida e Reversão Compensadora: SRG 46 Partida e Reversão Compensadora .
  47. Simulador de Reparos Gerais Partida Sequencial para 4 Motores:  SRG 47 Partida Sequencial de 4 Motores .
  48. Simulador de Reparos Gerais Partida e Reversão Dahlander:  SRG 48 Partida Dahlander com Reversão .
  49. Simulador de Reparos Gerais Reversão 2 Bobinados:  SRG 49 Dois Bobinados com Reversão . 
  50. Simulador de Reparos Gerais Reversão com Aceleração Rotórica:  SRG 50 Reversão com Aceleração Rotórica .
Diagramas de Automação Industrial e programação ladder aplicados ao Curso Técnico em Eletroeletrônica ministrados pelo Professor Sinésio Raimundo Gomes na Matéria de Manutenção de Sistemas Elétricos Industriais estão disponíveis no link a seguir:  Controle e Automação Industrial .

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 21/04/2016.


segunda-feira, 30 de maio de 2016

Simulador de Defeitos - Aula 40 - Partida e Reversão de Motor de Dois Bobinados e Duas Velocidades

Figura 01 - Diagrama elétrico da Partida e Reversão de
motor de 2 Bobinados 2 Velocidades
1 - Faça a análise de funcionamento do circuito de comando e potência;
2 - Mude a posição da chave de defeitos (D1 a D6) para a posição 01;
3 - Energize o circuito e inicie a operação de comando;
4 - Constate e anote a característica do defeito;
5 - Verifique em que ponto a sequência operacional está interrompida;
6 - Verifique pelo diagrama o circuito (s) de comando ou controle que falha;
7 - Anote precisamente a falha comprovada com o instrumento de teste no diagrama.

Diagrama elétrico do Simulador de defeitos para Partida e Reversão Reversão de motor de 2 Bobinados 2 Velocidades está disponível em:  SD40 Reversão 2 Bobinados 2 Velocidades ;

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016

domingo, 22 de maio de 2016

Simulador de Defeitos - Aula 32 - Partida e Reversão com Compensadora de Motor de Indução Trifásico

Figura 01 - Diagrama elétrico da Partida com compensadora
1 - Faça a análise de funcionamento do circuito de comando e potência;
2 - Mude a posição da chave de defeitos (D1 a D6) para a posição 01;
3 - Energize o circuito e inicie a operação de comando;
4 - Constate e anote a característica do defeito;
5 - Verifique em que ponto a sequência operacional está interrompida;
6 - Verifique pelo diagrama o circuito (s) de comando ou controle que falha;
7 - Anote precisamente a falha comprovada com o instrumento de teste no diagrama.

Diagrama elétrico do Simulador de defeitos para Partida e Reversão com Compensadora de Motor de Indução Trifásico está disponível em: SD32 Partida e Reversão Compensadora;

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016

sábado, 21 de maio de 2016

Simulador de Defeitos - Aula 31 - Partida de Motor de Rotor Bobinado

Figura 01 - Diagrama elétrico da Partida de motor de Rotor Bobinado.
1 - Faça a análise de funcionamento do circuito de comando e potência;
2 - Mude a posição da chave de defeitos (D1 a D6) para a posição 01;
3 - Energize o circuito e inicie a operação de comando;
4 - Constate e anote a característica do defeito;
5 - Verifique em que ponto a sequência operacional está interrompida;
6 - Verifique pelo diagrama o circuito (s) de comando ou controle que falha;
7 - Anote precisamente a falha comprovada com o instrumento de teste no diagrama.

Diagrama elétrico do Simulador de defeitos para Partida Estrela Triângulo de Motor de Indução Trifásico está disponível em: SD31 Partida Motor de Rotor Bobinado;

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Simulador de Defeitos - Aula 30 - Partida Estrela Triângulo de Motor de Indução Trifásico

Figura 01 - Diagrama elétrico da Partida Estrela Triangulo.
1 - Faça a análise de funcionamento do circuito de comando e potência;
2 - Mude a posição da chave de defeitos (D1 a D6) para a posição 01;
3 - Energize o circuito e inicie a operação de comando;
4 - Constate e anote a característica do defeito;
5 - Verifique em que ponto a sequência operacional está interrompida;
6 - Verifique pelo diagrama o circuito (s) de comando ou controle que falha;
7 - Anote precisamente a falha comprovada com o instrumento de teste no diagrama.

Diagrama elétrico do Simulador de defeitos para Partida Estrela Triângulo de Motor de Indução Trifásico está disponível em:  SD 30 Partida Estrela Triângulo ;

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Comandos Elétricos - Aula 28 - Partida e Reversão de motor com Inversor de Frequência

Figura 01 - IHM do Inversor de frequência
Um inversor de frequência nada mais é do que um equipamento eletrônico capaz de variar a velocidade de giro de motores elétricos trifásicos.
O nome “inversor de frequência” é dado pela sua forma de atuação, mas para entendermos melhor isso, precisamos saber como funciona um motor trifásico.
Motor elétrico de indução trifásico:
O funcionamento de um motor elétrico de indução trifásico, embora altamente eficiente, é muito simples. Ele apenas “imita” a frequência da rede onde está ligado. A frequência da rede de corrente alternada é a quantidade de vezes que ela alterna por segundo e é através da unidade Hertz (Hz), ou seja, uma rede de 60Hz alterna 60 vezes em um segundo. Essa tensão oscilante passa pelas bobinas do motor e forma um campo giratório e o motor tende a segui-lo, então, quanto mais alta for a frequência, mais rápido será esse campo e mais rápido o motor tenderá a girar.
O inversor de frequência tem como principal função alterar a frequência da rede que alimenta o motor, fazendo com que o motor siga frequências diferentes das fornecidas pela rede, que é sempre constante. Desta forma podemos facilmente alterar a velocidade de rotação do motor de modo muito eficiente.
O uso de inversores de frequência é responsável por uma série de vantagens, dependendo dos modelos oferecidos pelos fabricantes, são unidas a capacidade de variar a velocidade com controles especiais já implantados no equipamento. Esses controles proporcionam além da total flexibilidade de controle de velocidade sem grande perda de torque do motor, aceleração suave através de programação, frenagem direta no motor sem a necessidade de freios mecânicos além de diversas formas de controles preferenciais e controles externos que podem ser até por meio de redes de comunicação. Tudo isso com excelente precisão de movimentos.
Figura 02 - Diagrama elétrico da Partida de motor
com Inversor de frequência CFW08
Além destas vantagens, os inversores ainda possuem excelente custo-benefício, pois proporcionam economia de energia elétrica, maior durabilidade de engrenagens, polias e outras transmissões mecânicas por acelerar suavemente a velocidade.
A possibilidade de eliminar reduções mecânicas do projeto também é possível, assim mais economia será possível.
Parâmetrização do Inversor de frequência
Um parâmetro do inversor de freqüência é um valor de leitura ou escrita, através do qual o usuário pode ler ou programar valores que mostrem, sintonizem ou adeqüem o comportamento do inversor e motor em uma determinada aplicação. Exemplos simples de parâmetros: Parâmetro de Leitura P003: Corrente consumida pelo motor; Parâmetro Programável P121: Velocidade de giro do motor, quando comandado pelo teclado (referência de velocidade, valor de freqüência) .

Quase todos os inversores disponíveis no mercado possuem parâmetros programáveis similares. Estes parâmetros são acessíveis através de uma interface composta por um mostrador digital (“display”) e um teclado, chamado de Interface Homem-Máquina (IHM), ver figura 1.
Para esta aplicação iremos parametrizar:
P000 = 5 - Parâmetro de Acesso. Libera o acesso para alteração do conteúdo dos parâmetros. O valor da senha é 5. O uso de senha está sempre ativo.
P204 = 5 - Carrega Parâmetros com Padrão de Fábrica. Reprograma todos os parâmetros para os valores do padrão de fábrica. Para isso, programe P204 = 5. Os parâmetros P142 (tensão de saída máxima), P145 (freqüência nominal),P295 (corrente nominal),P308 (endereço do inversor) e P399 a P407 (parâmetros do motor) não são alterados quando é realizada a carga dos ajustes de fábrica através de P204 = 5.
P000 = 5 - Parâmetro de AcessoLibera o acesso para alteração do conteúdo dos parâmetros. 
Com as alterações acima o inversor de frequência está pronto para ser configurado, as entradas digitais estão habilitadas na funções remoto com as seguintes funções:
DI1 = Habilita Geral.
DI2 = Sentido de Giro.
DI3 = Reset de falha.
DI4 = Gira / Para.
Para esta aplicação também iremos parametrizar:
P100 = 12s - Rampa AceleraçãoEste parâmetro define o tempo para acelerar linearmente de 0 até a freqüência nominal.
P101 = 8s - Rampa DesaceleraçãoEste parâmetro define o tempo para desacelerar linearmente da freqüência nominal até 0.
P202 = 2 - Inversor Vetorial. Define o modo de controle do inversor. O controle vetorial permite um melhor desempenho em termos de torque e regulação de velocidade. O controle vetorial do CFW-08 opera sem sensor de velocidade no motor (sensorless). Deve ser utilizado quando for necessário: uma melhor dinâmica (acelerações e paradas rápidas); quando necessária uma maior precisão no controle de velocidade; operar com torques elevados em baixa rotação ( < 5Hz).
Exemplos: acionamentos que exijam posicionamento como movimentação de cargas, máquinas de empacotamento, bombas dosadoras, etc.
P220 = 0 - Seleção da Referência de velocidadeDefine quem faz a seleção da Referência de velocidade - Situação Local.  0 - Sempre situação local. 
P221 = 0 - Velocidade local através das Teclas < e > da IHM. Seleção da Referência de velocidade – Situação Local. 
P222 = 0 - Velocidade Remoto através de AI1Seleção da Referência de velocidade – Situação Remoto. 
P229 = 2 - Comando IHM e Bornes. Definem a origem dos comandos de habilitação e desabilitação do inversor, sentido de giro e JOG.
Os parâmetros do motor é definido através dos dados obtidos na placa do motor.
P399 = 50 - 99 Rendimento Motor
P400 = 220 Vac Tensão do Motor
P401 - Corrente do motor – 2,04 A
P402 - Rotação do motor – 1680 RPM .
P403 = 60 Hz - Frequência.
P404 = 5 - 1 CV - Potência Mecãnica.
P407 =0,5 a 0,9 Fator potencia.
P408 = Auto ajuste resistência rotórica.

Diagrama elétrico de Partida de Motor com Inversor disponível em : 16_04_30 Inversor CFW08 


© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2015


terça-feira, 17 de maio de 2016

Comandos Elétricos - Aula 27 - Partida de motor com Soft-Starter

Figura 01 - Rampas de 
Soft-starters são chaves de partida estática, projetadas para a aceleração, desaceleração e proteção de motores elétricos de indução trifásicos, através do controle da tensão aplicada ao motor. O controle em duas fases apresenta uma assimetria de corrente durante a partida, que limita a SSW08 a aplicações consideradas leves ou moderadas. Os modelos são compactos, contribuem para a otimização de espaços em painéis elétricos e possuem todas as proteções para o motor elétrico, adaptando-se as necessidades das aplicações através de acessórios opcionais, que podem ser facilmente instalados nas SSW.
Programação através de trimpot e dip switch toda a programação necessária para acionar qualquer tipo de carga. 
Rampa de Tensão: Permite a aceleração e/ou desaceleração suave, através de rampas de tensão. 
Limitação de Corrente: Permite ajustar o limite de corrente durante a partida, de acordo com as necessidades da aplicação. 
Figura 01 - Esquemas de ligação para Partida de
de motor com Soft_Starter.
Kick Start em Tensão: Permite um pulso inicial de tensão, que aplicado ao motor proporciona um reforço de torque inicial a partida, necessária para a partida de cargas com elevado atrito estático. 
Bypass Incorporado: Disponível SSW08, o bypass incorporado minimiza as perdas de potência e a dissipação de calor nos tiristores, proporcionando redução de espaço e contribuindo para economia de energia. 

Diagrama elétrico de Partida Suave de Motor com Soft Starter disponível em: 16_04_29 Partida Suave SSW05 .

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2015

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Comandos Elétricos - Aula 26 - Partida de Motor de Corrente Contínua Compound


Figura 01 - Bobinas Motor CC
Os motores de corrente contínua surgiram como uma forma de solucionar os problemas onde há a necessidade de controle e variação de velocidade e torque em máquinas elétricas acionantes, pois sua velocidade pode ser continuamente alterada mediante a variação da tensão de alimentação. Além disso, os motores CC apresentam torque constante em toda a faixa de velocidade. O motor de corrente contínua é constituído de: Estator e Rotor. 
O enrolamento do rotor denomina-se armadura cujas bobinas com terminais 1 e 2 serão alimentadas através das escovas e comutador e produzirão o campo magnético que irá reagir com o campo magnético do estator, criando torque e movimento, e geralmente é constituído por fios de seção maior.
Figura 02 - Esquemas de ligação para Partida 
de motor de corrente contínua compound.
O estator é formado por um ou mais enrolamentos. O enrolamento Shunt do estator com terminais 5 e 6 é formado por muitas espiras de fio de menor seção. O enrolamento Série do estator com terminais 3 e 4 é formado por poucas espiras de fio de seção maior. O enrolamento do estator é denominado enrolamento de campo ou enrolamento de excitação.
O enrolamento série pode conter um ou mais pólos, os pólos do estator são sempre salientes, de chapa de ferro silício. O estator pode abrigar 2, 4, 6 ou mais pólos, que vão interferir na velocidade máxima do motor.
Devemos considerar que, no momento da partida de motores de corrente contínua, o valor da intensidade de corrente pode ser muito grandes principalmente em motores potentes. Estes valores podem causar efeitos adversos tais como: aquecimento excessivo dos condutores dos enrolamentos do motor, o que poderia queimar e quedas de tensão nas linhas de energia.
Para limitar o valor da intensidade de corrente no momento da partida do motor é necessário a utilização de reostatos. Esta resistência devem ser eliminadas gradualmente à medida que o motor atinge velocidade nominal.

Diagrama elétrico de Partida de Motor de Corrente Contínua Compound disponível em:  16_04_26_Partida_Motor_Compold_CC ;

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2015

domingo, 15 de maio de 2016

Comandos Elétricos - Aula 25 - Partida de Motor Monofásico com Capacitor de Partida



Figura 01 - Esquemas de ligação para Partida e Reversão 
de motor monofásico.
O Motor Monofásico com Capacitor de Partida é semelhante ao de fase dividida. A principal diferença reside na inclusão de um capacitor eletrolítico em série com o enrolamento auxiliar de partida. 
O capacitor permite um maior ângulo de defasagem entre as correntes dos enrolamentos principal e auxiliar, proporcionando assim elevados conjugados de partida.
Como no motor de fase dividida, o circuito auxiliar é desconectado quando o motor atinge entre 75% a 80% da velocidade síncrona. Neste intervalo de velocidades, o enrolamento principal sozinho desenvolve quase o mesmo conjugado que os enrolamentos combinados. Para velocidades maiores, entre 80% e 90% da velocidade síncrona, a curva de conjugado com os enrolamentos combinados cruza a curva de conjugado do enrolamento principal de maneira que, para velocidades acima deste ponto, o motor desenvolve menor conjugado, para qualquer escorregamento, com o circuito auxiliar ligado do que sem ele.
Devido ao fato de o cruzamento das curvas não ocorrer sempre no mesmo ponto e, ainda, o disjuntor centrífugo não abrir sempre na mesma velocidade, é prática comum fazer com que a abertura aconteça, na média, um pouco antes do cruzamento das curvas. Após a desconexão do circuito auxiliar, o seu funcionamento é idêntico ao do motor de fase dividida.
Com o seu elevado conjugado de partida (entre 200% e 350% do conjugado nominal), o motor de capacitor de partida pode ser utilizado em uma grande variedade de aplicações e é fabricado em potências que vão de 1/4 cv a 1,5 cv.

Partida e Reversão de Motor Monofásico: 16_04_26 Reversão Motor Monofásico .

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 15/05/2016.

sábado, 14 de maio de 2016

Comandos Elétricos - Aula 24 - Partida e Reversão de motor de rotor bobinado com aceleração rotórica

Figura 01 - Esquemas de ligação para Partida e Reversão de motor 
com rotor bobinado com aceleração rotórica.
A Partida e Reversão com aceleração rotórica só é permitida para motores com rotor bobinado, pois a corrente de partida é controlada por meio da inserção de resistores em série com as bobinas do rotor do motor.
A vantagem da utilização deste motor é que ele mantém o torque constante mesmo com a rotação reduzida, por isso é muito utilizado em pontes rolante e elevadores.
Para controlar a corrente de partida e rotação desse motor são utilizados bancos de resistores em série com os enrolamentos do rotor.
Figura 02 - Curva de corrente x velocidade
Os motores de rotor bobinado possibilitam o aumento de sua resistência rotórica através da utilização de um banco de resistência externa, conectada ao circuito rotórico, aumentando o conjugado de partida com corrente relativamente baixa.
O motor parte com os anéis coletores não curto-circuitados, e na medida em que o motor vai ganhando velocidade, o reostato deve diminuir sua resistência progressivamente até atingir o menor valor possível e então o mesmo deve ser curto-circuitado quando o motor atinge a rotação nominal.

Diagrama elétrico de Partida de Motor de Rotor Bobinado está disponível em : 16_04_24_Partida_e_Reversão_Rotórica .


© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 15/05/2016